Sintése
Livro: Um Salto para o Futuro
2.1 Internet na Escola e Inclusão (Marco Silva)
O texto relata o uso da internet na escola como uma exigência da cibercultura, como um novo espaço de sociabilidade, de organização, informação, conhecimento e educação.
Se a escola não inclui a internet na educação das novas gerações, ela está na contramão da história. Quando o professor convida o aprendiz a um site, ele não apenas lança mão da nova mídia para potencializar a aprendizagem de um conteúdo curricular, mas contribui pedagogicamente para a inclusão desse aprendiz na cibercultura.
Cibercultura quer dizer, modos de vida e de comportamento assimilidados e transmitidos na vivência histórica e cotidiana, marcada pelas tecnologias informáticas, mediando a comunicação e a informação via internet.
A contribuição da educação para a inclusão do aprendiz na cibercultura, exige um aprendizado prévio por parte do professor. Não basta convidar o aluno a um site para se promover inclusão na cibercultura, ele precisara se dar conta de pelo menos quatro exegências da cibercultura oportunamente favoravéis à educação cidadã.
O Professor precisa entender a transitação entre a mídia clássica e a mídia on-line. A mídia clássica se contenta com fixar, reproduzir e transmitir a mensage, buscando o maior alcance e a melhor difusão. Do outro lado, a mídia on-line,o intergente experimenta uma grande evolução. Essa mídia tem muito mais o que dizer ao professor.
Na perspectiva do hipertexto, o professor constrói uma rede e define um conjunto de territórios a explorar. Ele oferece multíplas informçãoes, sabendo que estas potencializam consideravelmente ações que resultam em conhecimento.
O professor estimula cada aluno a contribuir com novas informações e a cirar e oferecer mais e melhores precursos, participando como co-autor do processo de comunicação e de aprendizagem. No processo da interatividade, o professor pode deixar de ser um transmissor de saberes para convertes-se em um formulador de problemas, provocador de interropções, coordenador de equipes de trabalho, sistematizador de experiências e memoria viva de uma educação que, em lugar de prender-se a transmição valoriza e possibilita o dialógo e a colaboração.
È importante para o professor saber distinguir a interfaces da internet, sendo elas, ferramentas que podem potencializar a comunicação e a aprendizagem do individuo. Disponibilizando o acesso a um mundo de informações, fornecendo conteúdos didáticos multimídia para estudo.
Na especificidade da EJA, o olhar da pesquisa não pode dispensar o saber e a percepção de seus interlecutores, o voltar-se sobre si mesmo. Isso demanda daqueles que atuam na investigação – formação, fazer emergir os sentidos que cada sujeito professor-educador pode encontrar nas relações que prodeuz, nas diferentes dimensões da vida em que se forma, se deforma e se transforma.
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Seu blog está muito bom. Só precisa inserir algumas coisas.
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